No modelo de consumo do Datasphere/BDC, os receios são legítimos: o gasto que foge do previsto, a fatura difícil de justificar internamente, a decisão de plataforma travada no executivo, decidida só pelo preço. A Fundação de Arquitetura resolve isso antes de o consumo começar.
O desenho de um ambiente de dados que cresce sem virar caos nem conta surpresa, feito antes de o consumo começar.
Você entra sabendo o que vai consumir, onde e por quê, e consegue defender o orçamento que precisa.
A recomendação de onde os dados devem viver vem com os critérios e os custos na mesa. Não é opinião, é fundamento.
Um roadmap em fases que mostra como chegar lá: recomendação de estratégia, não apenas um diagnóstico.
Competência técnica o seu time tem. O que trava a arquitetura de dados raramente é técnica: é a falta de alinhamento entre quem decide e quem constrói, e de um caminho que os dois aceitem seguir.
Você avança no Datasphere/BDC com a segurança de que o custo é previsível e a arquitetura é sã, sem medo da fatura.
Diante do board ou do CFO, você sustenta a escolha de plataforma com critérios e custos expostos, e não apenas com a palavra de um fornecedor.
Executivos e stakeholders alinhados sobre o mesmo desenho. Se você é o arquiteto, essa é a alavanca que a sua posição sozinha não alcança, e que destrava o que o trabalho técnico não consegue destravar.
O quê construir e em que ordem, em fases que cabem na sua realidade: direção clara para o time inteiro, não uma lista de aspirações.
O que a Fundação entrega, no fundo, é uma coisa só: segurança para decidir o que hoje você decidiria com receio.
Um sprint de 1 a 2 semanas, com começo, fim e entregável definidos. Nada de projeto aberto e interminável.
Vídeos curtos e um questionário que o seu time responde no próprio ritmo, sem reunião.
Uma sessão de levantamento e uma de entrega: 1h30 cada, remotas, só com quem decide.
O estado-alvo, a recomendação de plataforma e o roadmap, apresentados e prontos para decisão.
~3 horas de agenda, no total. O trabalho pesado acontece fora da sala. O seu time sênior participa do que importa e segue cuidando da operação.
Arquiteto de dados SAP. Conduziu um dos primeiros data mesh do Brasil, em uma das maiores empresas de mineração do mundo.
Jefferson implementou um dos primeiros data mesh do Brasil, em uma das maiores empresas de mineração do mundo, e discutia data products com clientes antes de a SAP adotar o conceito. O repertório que entra no seu Blueprint vem de arquitetura rodando em produção, não de slide.
O trabalho é ancorado na doutrina de arquitetura da própria SAP. Palestrante frequente em eventos SAP, Jefferson conhece a plataforma por dentro e avalia o seu caso de fora: o Blueprint fala a língua que a SAP fala, com a liberdade de quem não responde a ela.
Sem rodeios, incluindo as perguntas espinhosas. Se faltar alguma, me escreva: eu respondo e ela provavelmente entra nesta lista.
Não. A jcolares é independente, e quem me contrata é você, diretamente. Não sou pré-venda nem parte da estrutura comercial da SAP. Trabalhei lá, conheço a plataforma e a doutrina de arquitetura por dentro, mas a recomendação que você recebe responde a um único interesse: o seu.
Minha recomendação é fundamentada e transparente. Para quem roda o transacional em SAP, o BDC costuma ser a melhor escolha, e eu explico por quê, com os critérios e os custos na mesa. Quando outra opção faz mais sentido para uma parte dos dados, eu digo isso também.
Alguns clientes chegam por indicação de um rep, sim. Ele indica porque confia que eu faço o cliente ter sucesso no longo prazo: consumo saudável, renovação tranquila. Mas quem me contrata é você, e é a você que eu respondo.
O interesse do rep (uma conta saudável, que cresce) e o seu (uma arquitetura sã) coincidem. E é a minha independência que torna isso verdadeiro, em vez de promessa de vendedor.
A orientação pública da SAP entrega o vocabulário e as arquiteturas de referência: a estrutura, igual para todo mundo. O que a Fundação entrega é o julgamento aplicado ao seu caso: a organização dos dados desenhada sob a lente do seu consumo, a decisão de onde cada dado deve viver com a conta exposta, e os limites práticos que a doutrina genérica não dá.
A estrutura é da SAP; o julgamento é o que se contrata.
O seu time tem competência técnica, esse nunca foi o problema. O que ele não consegue construir de baixo para cima é o alinhamento executivo e entre stakeholders, e o repertório de quem já levou essa arquitetura à produção. A Fundação entrega essa alavanca; o seu time continua dono da execução.
Não. O Blueprint é um desenho-alvo acionável e um roadmap factível: diz o que construir e em que ordem, não um relatório de constatações sobre o presente.
Pouco. A maior parte do trabalho é assíncrona (a preparação) ou minha (a consolidação). O seu time sênior participa de duas conversas objetivas de 1h30. Nada de imersão que paralisa a operação.
Não. A Fundação tem escopo e fronteira definidos: ela termina na entrega do Blueprint. Construir conforme o desenho é outra etapa, opcional, separada e decidida por você.
Um Blueprint de Arquitetura: o desenho do ambiente-alvo e o roadmap do caminho até ele. O desenho cobre como os dados se organizam e quem governa o quê, onde cada dado deve viver (a política de data placement, com os custos expostos) e o modelo de camadas.
O roadmap mostra o caminho; você decide o ritmo. Eu fico disponível para acompanhar a evolução, se fizer sentido. Mas isso é escolha sua, não amarra do serviço.
A Fundação atende três situações: quem está adotando o Datasphere/BDC agora; quem traz um legado de BW para a transição; e quem já usa o Datasphere e precisa integrar outras plataformas ou governar melhor. A preparação identifica em qual situação você está e ajusta a ênfase.
Não. Para quem já roda, o foco muda: avançar na integração com outras plataformas (a decisão de onde cada dado vive) ou na governança, conforme a dor dominante.
É um dos casos em que a Fundação mais ajuda. A decisão entre consolidar no BDC ou manter o que existe merece critérios e custos expostos, não uma comparação só de preço.
E vale saber: o BDC incorpora o Databricks nativamente. A questão não é abrir mão dele, é decidir onde ele roda.
Sem reunião de qualificação. Você me conta o contexto por aqui, eu leio pessoalmente e respondo com uma primeira leitura do seu caso.
Entrarei em contato em breve.